segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Frase célebre (22)

"Os maus momentos têm valor científico. São ocasiões que um bom aluno não perderia."
Ralph Waldo Emerson

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Interações não covalentes (parte 1)



Hoje vou dedicar um post a um tipo de interação fraca que muitas vezes é desprezada nas aulas de química (provavelmente por serem mais fracas do que as ligações covalentes…), mas que na bioquímica são tanto ou mais importantes do que as ligações covalentes. Estou a falar das interações (ou ligações) não covalentes. Antes de começar a falar delas convém destacar qual a diferença entre as ligações não covalentes e as covalentes. Nas primeiras não existe partilha de eletrões entre os átomos participantes na ligação, enquanto que na segunda existe partilha dos mesmos (eletrões ligantes). Como não existe partilha de eletrões, a ligação resultante é significativamente mais fraca.
 
Existem diferentes tipos de interações não covalentes que, coletivamente, são designadas de forças de van der Waals. Os principais tipos são:
- interação iónica
- interação dipolo-dipolo
- interação dipolo-ião
- ligação de hidrogénio
- forças de dispersão de London
 
Muitas vezes estas interações são designadas de forças intermoleculares, ou seja, forças que existem entre moléculas. De facto, é a existência deste tipo de interações que permite que as moléculas interatuem umas com as outras, justificando assim a existência de substâncias no estado líquido ou sólido. Apesar de todas as forças intermoleculares serem deste tipo, elas são também muitas vezes responsáveis por interações que ocorrem entre diferentes regiões dentro de uma molécula, sendo então designadas de forças intramoleculares. Esta situação é particularmente frequente no caso da bioquímica, onde lidamos frequentemente com macromoléculas, ou seja, com moléculas grandes. Portanto, as ligações não-covalentes podem ser intra- ou intermoleculares.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Música sobre estudar bioquímica

Como é lógico, o Dr. Ahern não poderia deixar de fazer uma música sobre os exames de Bioquímica, e sobre a árdua tarefa que é estudar para eles. Inspirou-se na canção The Yellow Rose of Texas. E já agora... para todos aqueles que estão neste momento a estudar Bioquímica... Boa sorte! ;)

Faça download da música aqui

The Mellow Woes of Testing

The term is almost at an end
Ten weeks since it began
I worried how my grade was ‘cause
I did not have a plan
The first exam went not so well
I got a fifty three
‘Twas just about the average score
In Biochemistry

I buckled down the second time
Did not sow my wild oats
I downloaded the videos
And took a ton of notes
I learned about free energy
And Delta Gee Naught Prime
My score increased by seven points
A C-plus grade was mine

I sang the songs, I memorized
I played the mp3s
I learned the citrate cycle
And I counted ATPs
I had electron transport down
And all of complex vee
I gasped when I saw my exam
It was a ninety three

So heading to the final stretch
I crammed my memory
And came to class on sunny days
For quizzing comedy
I packed a card with info and
My brain almost burned out
‘Twas much to my delight I
Got the ‘A’ I’d dreamed about

So here’s the moral of the song
It doesn’t pay to stew
If scores are not quite what you want
And you don’t have a clue
The answers get into your head
When you know what to do
Watch videos, read highlights and
Review, review, review
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