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Este blogue tem como objectivo divulgar conceitos, informações, músicas, vídeos, jogos, cartoons, curiosidades, sobre temas relacionados com a bioquímica. Porque a Bioquímica não tem que ser incompreensível...
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terça-feira, 29 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Body para bebés - Bioquímica
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sábado, 19 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Cartoon - Aquecimento global
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domingo, 13 de abril de 2014
Respiração celular – Complexo I
O complexo I da cadeia respiratória mitocondrial pode também
ser designado de NADH:ubiquinona oxidorredutase, ou NADH desidrogenase. Trata-se
do maior dos 4 complexos da cadeia respiratória, tendo um tamanho superior ao
de um ribossoma.
A sua forma é em L, com cerca de 60 domínios transmembranares
e uma região periférica hidrofílica, que contém o local de ligação do NADH e os
centros redox do complexo I. É composto por 44 cadeias polipeptídicas distintas,
sendo de destacar uma flavoproteína (com FMN como cofator) e 8 centros de
ferro-enxofre. Destas 44 proteínas, 7 são codificadas pelo DNA mitocondrial,
estando as restantes codificadas pelo DNA nuclear.
Do ponto de vista funcional, o complexo I recebe os eletrões
provenientes do NADH, e transfere-os para a ubiquinona. Quando falo em NADH,
estou a referir-me a qualquer molécula de NADH mitocondrial, independentemente
da sua origem, pois o NADH encontra-se associado reversivelmente às
desidrogenases. Ou seja, após ser formado no interior da mitocôndria, o NADH
pode difundir-se até chegar ao complexo I, onde entrega os 2 eletrões que transporta.
Durante o transporte de eletrões ao longo deste complexo, os mesmos são
transferidos para uma proteína que possui FMN como cofator, passando a FMNH2.
Seguidamente os eletrões vão passando por vários centros de ferro-enxofre
(Fe-S), até chegarem à ubiquinona (Q), que recebe 2 eletrões de cada vez,
convertendo-se em ubiquinol (QH2).
Durante o transporte de eletrões ao longo do complexo I, vão
sendo libertadas pequenas quantidades de energia, que individualmente não
poderiam ser utilizadas para produzir ATP. Sendo assim, o nosso organismo
conserva parte dessa energia através da criação de um gradiente de H+.
Ou seja, a energia que é libertada é utilizada para transportar ativamente H+
da matriz mitocondrial para o espaço intermembranar. No caso concreto do
complexo I, por cada 2 eletrões que o atravessam, são bombeados 4 protões para
o espaço intermembranar.
A equação química que descreve o funcionamento do complexo I
é:
NADH + 5H+(matriz) + Q → NAD+ + QH2
+ 4H+(intermembranar)
Existem várias patologias causadas por mutações em genes que
codificam componentes do complexo I, sendo de destacar a Neuropatia Ótica Hereditária
de Leber e a Síndrome de Leigh.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Tatuagem - entropia
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